libertadora, ao mesmo tempo provocatória, introspectiva, alimenta a necessidade intelectual, manifesta a vontade de mudar, nem que seja uma virgula, no contexto, no texto, na linha que sai da mente, materializada nos caracteres que se vão alinhando no branco do ecran.
o branco que muitas vezes persiste mentalmente, fazendo com que o ecran permaneça teimosamente , branco!
quantas vezes escrevo sem saber onde me vai levar a escrita, por onde se espraia, em que oceano terá a sua, minha, foz.
no fundo escrever representa também esta minha proverbial, inconstância, penso que omnipresente nos textos que vou publicando e que duma forma que só pode ser classificada de suicídio cultural, insistem em vir ler.
claro que todos dizemos que o fazemos para apaziguar a nossa precisão, de precisar, obviamente, porque de resto é só imprecisões multidisciplinares comme il faut, de expressarmos as nossa inquietudes, mas se não quisessemos que lessem não o tornávamos publico...
Ficamos pois reféns desta dialéctica, nós, vozes, no sentido não das vozes interiores que nos torturam a existência, positivamente, mas de vozes, vocêsses!
já fui acusado de escrever de forma muito densa, encriptada mesmo por vezes, mas no interesse do contraditório, devo dizer que é o que sou, denso, encriptado, até para mim próprio...
vou, um destes dias retomar a via humorística, que julgo possuir, quem sabe assim atinjo o meu objectivo de conseguir ganhar a massa critica que me permita fazer a tão desejada publicidade aos ambientadores inteligentes!
do Vosso lado fica a, talvez incomoda, decisão de aqui voltar, e duma forma mais ou menos consciente fustigarem o Vosso estimado intelecto, barbaramente vilipendiado por estas linhas!
Vosso, encriptadissimamente, M. i...

Deves ter a mania.... !
ResponderEliminarFelizmente possuo isso... a mania!
EliminarMas não sou anónimo, nunca! :)
Obrigado pelo comentário, pertinente!