quinta-feira, 31 de maio de 2012

inevitável!


inevitavelmente...

estava-se mesmo a ver!

já era de esperar...

desengane-se quem pensa que poderia ser diferente!

é que quando menos esperamos...

estava escrito!

... é esta capacidade, inata de, simultâneamente,  analise, previsão e assertividade perante os factos, que não fatos, fatos é no alfaite, que também fechou as portas ontem, depois de vir do congresso dos fazedroes das fazendas ou terylenes, ainda existirá terylene? e popeline? chita basicamente agora só na sueca..., alvo duma penhora do fornecedor de alfinetes chineses..., capacidade que descobrimos nos bancos da primária, agora rebaptizada de qualquer coisa mais tecno educacional, quando percebemos que a vida afinal não passa de sucessivas sucessões, sim eu escrevo redundâncias, quer dizer, gostava de escrever mais, afinal uma coisa com um nome tão fino só pode dar outra pinta á escrita não?  de acontecimentos planeados por alguma entidade que nos supervisiona, que nos conduz duns a outros sem que a nossa intervenção seja necessária, ou as nossas opções façam qualquer diferença... fatalismo que nos trouxe já prémios internacionais e inclusivé o reconhecimento de fazermos parte do património cultural da Humanidade, coisa estranha, não será tudo o que fazemos, parte disso? adiante, o que conta, e neste caso não adianto um ponto, é que somos este misto de conformados e conformistas...

e pronto, não acredito que alguém tenha lido tudo o que escrevi, mas será que alguma vez, alguém leu...

fica a conclusão, possível, a vida é um Fado!

Vosso, abnegadamente, destinado a tal, M, i...

terça-feira, 29 de maio de 2012

traí ...



traição, palavra forte, remete-nos de imediato para um registo simultâneamente de dor e curiosidade mórbida, quem traiu quem, onde, como e quando...

mas o que é a traição?

pressupõe uma acção dissimulada, torpe, de alguém em quem confiamos, a quem confiamos algo de nós, um segredo, um sentimento, a vida?!

pressuporá continuação, ou a traição momentânea, fruto do instante, será não traição mas apenas deslize?
poderemos nesse caso afirmar convictamente que não traímos?

se contamos um segredo que nos confiaram a alguém porque nos distraímos, será que traímos a confiança de quem no-lo confiou?

se nesse caso é apenas algo que sem querer fizemos, até onde podemos levar essa inimputabilidade da traição?

muita pergunta mas no fundo todos estão a pensar, afinal onde será que isto vai levar?

quem traiu quem?

será que ele andou a fazer alguma?

será alguém que conheço?

não estão fora do que aqui digo, é normal essa curiosidade, afinal vêm ler-me...

mas a traição é também duma forma perversa o sal da vida, não a defendo, obviamente, mas existirá alguma forma de traição aceitável?
que potencie o que se tem como certo, ou acabará por nos enredar nas suas teias e destruir-nos?

Traição, eu trai!

Trai-vos a Vós que pensasteis, reparem na forma polida, que iria confessar aqui uma traição.

Como sempre apenas me move, enquanto permaneço sentado nesta mesa de café, a intenção de Vos fazer pensar, eu sei que talvez seja demasiada presunção, mas...

nada de juízos de intenção ou mensagens subliminares, é o que é, escrita chata e que concerta Vos leva a pensar, em cad clik, na tecla PgDn, mas porque será que eu insisto em vir ler este tipo?!

eu entendo! confesso que depois de publicar sou absolutamente incapaz de reler o que escrevo, tal o tédio que me provoca!

mas... ainda espero poder, um dia, distante é certo, contar com uma fiel legião de seguidores e vender publicidade neste espaço, talvez daquela a ambientadores inteligentes que só nos borrifam a paciência do olfacto, boa?!

( e que tal, a talhe de foice, sim, já se pode utilizar esta palavra entretanto liberta da sua carga politica,  tornarem.-se seguidores deste blog? não custa nada! aproveitem, ele já há tão poucas coisas grátis... a Jonhson & Jonhson agradece! )


mas... será que traí a Vossa confiança? será que afinal não existirá a tal confissão...?

fica no ar... como o ambientador, apenas menos inteligente, a questão...

Vosso, nomeadamente ambientado, M. i...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

imutabilidade

uma nova semana se inicia. depois de muito matutar, praí pra cima duns 2 minutos, inteiros! resolvi escrever acerca da imutabilidade

semana repleta de coisas que podemos e devemos mudar, em nós, e por essa via, no que nos rodeia, mas... helas...

a imutabilidade, essa trágica qualidade que muito provavelmente será daquelas que mais nos afectam na nossa existência enquanto seres pensantes, utilizadores da capacidade de imaginar e sonhar, imaginando, que imaginamos um sonho. certo?


assim sendo vamos lá ao que aqui me trouxe, no caso um teclado e em ultima analise uma ligação á net, lenta por sinal...


e ataco o mesmo, teclado, furiosamente, a ligação também a atacaria mas acho que não me ficaria bem estar aqui a dizer que a pen ja está tratadinha... enquanto as ideias fervilham na minha mente, imaginando, o tal sonho.


imutabilidade...


no fundo provoca-nos isso mesmo, a incapacidade de nos mobilizarmos, ficamos assim mais ou menos... imutaveis...!


ao mesmo tempo, permite-nos sermos coerentes com o que temos de mais... imutavel...


lutamos com armas desiguais no combate á imutabilidade, esforçamo-nos, comprometemo-nos e ela apenas tem de ficar ali, no seu cantinho, á espera que nos cansemos... imutavel...!


queixamo-nos dela constantemente, mas conforta-nos a sua quietude...

seriamos nós capazes de viver sem ela?

vale a pena refletir sobre o quanto nos tolhe a essência do que somos, ou se, na verdade, é exactamente o que nos define, imutavelmente, conformados...

Vosso, também imutavel na casmurrice teimosa de não querer mudar,

M, i...


sexta-feira, 25 de maio de 2012

uma visão diferente



... uma visão diferente!

hoje, mais que nunca, ouvimos dizer que necessitamos duma visão diferente das coisas, aprofundada, alargada, mais abrangente, que nos permita, ver para além do individuo, da realidade mais prosaica de cada um.

partilho, obviamente dessa opinião, o individualismo, numa interpretação mais lata do termo, que abarcará a individualidade enquanto unidade, quer pessoal, empresarial ou mesmo nacional, tem uma vertente potencialmente perniciosa, principalmente se associada a uma memória selectiva, filtrada devidamente, com interesses ocultos ou não, por opinion makers, imprensa ou mesmo o mundo da internet, que, se apresenta como uma ferramenta poderosa, baseada, muitas vezes, na perenidade da actualidade.


Basta lembrar o caso Joseph Koni, que em semanas, se tornou viral na net, e o tornou conhecido a nível global.


Hoje a noticia está ao alcance de todos, mas a sua veracidade é cada vez mais difícil de avaliar, o twitter, em segundos faz circular um rumor pelo mundo inteiro, o facebook com as suas múltiplas aplicações e actualizações ao segundo, faz com que a noticia seja coisa do reino do instantâneo, logo outra toma o seu lugar.


Assim, facilmente somos levados a pensar nisto ou naquilo, nesta ou naquela vertente ou ponto de vista, e pensando que andamos muito bem informados, na verdade andamos muito bem manipulados...


E servimos os intuitos de muitos dos individualismos que hoje, talvez da forma mais assertiva de sempre, se posicionam numa frente, que se avizinha decisiva, na sua própria sobrevivência, seja enquanto poderosos grupos de influência, de inteligências várias, ou com outros intuitos obscuros,  indecifraveis ao olhos do comum  cidadão.

e a visão diferente, a que eu já possuo, é a que me permitiu publicar um dos últimos post cheio de erros ortográficos... afinal o monitor do miniPC é... mini e os óculos precisam de ser trocados! 


por isso peço-vos tratem da Vossa visão!!! Não deixem de ver o que Vos passa á frente!


já agora, sabem de algum oculista que faça retoma de lentes riscadas???!


pois... também me parece que é uma ideia parva...


Vosso, com uma visão... lata... M. i...

 

 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

vamos lá?

mais uma manhã de sol na marginal,

o mar parece um espelho, refletindo, em tons de cinza metálico, os primeiros raios dum dia que se advinha quente.

ao fundo a ponte surge envolta numa nevoa matinal que a torna ainda mais portentosa.
no rádio a musica remete para as noites de verão que se esperam quentes.




lembro o lema dum amigo que, de bem com a vida, me dizia:


" a vida é maravilhosa, todas as manhãs nos dá a hipotese de mudarmos algo "


cada vez mais esta é uma verdade que esquecemos, somos nós que temos de a mudar
não podemos ficar á espera que a vida aconteça!
que nos venha arrebanhar á nossa inércia e fazer-nos felizes só porque sim.




a comiseração é, talvez, um dos piores sentimentos que podemos ter, que leva a que outros, igualmente negativos, sobrevenham, afinal a máxima de que se não estivermos bem com nós próprios, se não gostarmos de nós, nunca seremos capazes de fazer alguém feliz ao nosso lado, é uma verdade insofismavél, ou não o fossem todas elas.




nesta amena manhã de sol, em que a vida parece não querer sorrir a tantos, vamos ser nós a sorrir, a tentar mudar algo, a fazer com que o dia comece de forma mais positiva para nós e para os outros, tentar não custa, e um sorriso pode fazer toda a diferença!

Eu vou tentar, e tu?

Vosso, sorrindo, nomeadamente, ...talvez passe por maluquinho...

M. i...

terça-feira, 22 de maio de 2012

tudo o que sempre quiz saber acerca das mulheres



...pois é assim!

nada mais nada menos, promete-se, no titulo, o Holly Graal! ...bem a propósito, na contemplação do eterno feminino, consagrado pelo romancista tecno despachado Dan Brown, voltei a ele foi? nada me move, que não o meu sistema locomotor, nesta altura mais loco que motor, contra ou a favor do mesmo, entenda-se.

será a pretensão presunçosa?
passo maior que a  perna?

penso que não!

afinal, não pode ser assim tão difícil, saber tudo acerca das mulheres!

estudamo-las, minuciosamente, umas vezes, rápida e concisamente outras, á milénios!

nenhuma outra matéria foi objecto de mais ensaios, abordada por mais escritores, poetas, músicos, pintores, e...

saberemos nós algo a cerca delas?

a resposta é... sabemos!

sabemos tudo!

O que elas querem que saibamos, nada mais que isso, nem mais um milésimo do que aquilo que nos facultam, dando-nos a impressão de que somos grandes sábios na matéria, controlam a nossa sabedoria, temperando-a a seu bel prazer.

foi assim desde o inicio dos tempos e será assim até quando a espécie perecer, muito provavelmente já numa fase assexuada por elas dirigida!

Penso que este discurso é coisa para me granjear admiradoras não?

Mas atenção, é apenas constatação de facto! Não pretendo deslustrar a sua inteligência ou superior clarividência ainda que muitas vezes bem dissimulada entre camadas duma aparente futilidade!

E, que vivam as mulheres, que nos permitem continuar a pensar que o Mundo é por nós  protagonizado.

Umas coisa é certa, são geniais no seu papel!

Eu continuo a acreditar!

Vosso, nomeadamente, delas... M. i...


domingo, 20 de maio de 2012

Realidades..


 



" muito mais difícil julgarmo-nos a nós próprios do que aos outros. Se conseguires julgar-te bem a ti próprio, és um autêntico sábio. "


Saint-Exupery








Pois é, o amigo Antoine é que tocou na ferida!
É tão complicado vislumbrar o nosso umbigo e não é porque o pneu nos tolhe a visão!
Somos seres com a absoluta necessidade de aprovação, uns mais que outros é certo...
Aprovação essa que tentamos obter das formas mais dispares, algumas bem mais saudaveis que outras.
Mas a aprovação que mais nos deveria importar deveria ser a da nossa consciência. 
Mas essa é a que não conseguimos enganar, não que isso nos impeça de o tentar, com estratégias mirabolantes, como se não fossemos omnipresentes cereberalmente, embora alguns duvido que o sejam na realidade...
A realidade... mas afinal existe?
Desde o Matrix que me assaltam duvidas acerca dessa coisa a que chamamos de realidade!
Estou a brincar claro!
O Matrix nada tem a ver, excepto ser um óptimo exercicio mental dum argumentista genial.
Importa que a realidade não é Una, são muitas realidades que se conjugam no que nos aparenta ser a vida.
Sejamos nós capazes de transmitir a nossa que ela seja verdadeira, que contribua para que a vida no seu todo seja mais real.
E que ao mesmo tempo tenhamos a capacidade de perceber as realidades que nos cercam e descodifica-las, não com base em sistemas Dan Brownianos, mas tão simplesmente, confiando na nossa intuição, valorizando os sinais, percepcionando as acções dos outros como elas são, e não como fazendo parte duma qualquer realidade que ambicionamos, mas que, tantas vezes, não passa da nossa visão apaixonada da existência.
 Nomeadamente...


Bom domingo, do Vosso, M...i






sábado, 19 de maio de 2012

regresso...

... de volta.

os regressos são isso mesmo, o voltar, aonde, muitas vezes, deveriamos ter permanecido...

não se resumem a viagens fisicas, mas, também e principalmente, mentais, quantas vezes na tentativa de redescoberta ou de apenas a consubstanciação duma vontade demasiado tempo contrariada...


espero que possa contribuir não para a paz no mundo, mas para a paz de espirito que todos procuramos, ainda que no turbilhão das emoções imediatistas do descartável civilizacional a que nos remetemos.


Vosso, ainda.. M. i...