terça-feira, 7 de dezembro de 2010
modéstias e falsas virtudes
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
La nave va...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Solução
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Shakesperiano
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
semelhantes

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
vaidoso...
domingo, 22 de agosto de 2010
condenados...
vale a pena!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
a juventude

segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Posts intrometidos

domingo, 15 de agosto de 2010
Este país não é para nós...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A luz ao fundo...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010
a sombra
verão!
domingo, 1 de agosto de 2010
a morte

quarta-feira, 28 de julho de 2010
elogio...
Confunde-se muito, hoje, a má educação com carisma ou carácter
Tendencialmente achamos que A ou B, pela sua arrogância e postura egocêntrica, tem uma qualquer importância, para nós desconhecida, que tudo justifica.
Seja na política, campo, infelizmente, carregado de exemplos, na vida profissional, social ou mesmo familiar.
Relevamos as desconsiderações, os abusos, as prepotências á luz desta importância.
Minimizamos as mediocridades normalmente associadas a tais comportamentos.
Potenciamos o seu aumento, enquanto, colegas, amigos e até pais, quando achamos que, fazer dos nossos filhos guerreiros de sala de aula, os torna mais fortes e capazes de lidar com o Mundo…
Calamo-nos, na sua condenação…
Permitimos que espalhem a injustiça…
E isto faz de nós piores seres humanos…
Vosso, polidamente, M.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
the real thing
Espero que na maioria das vezes que aqui vêem, saiam com a sensação de que valeu a pena, fazer um intervalo e abrir esta página...
os temas são variados, excluindo, por deformação própria, fruto da experiência, dolorosa essa sim, do blog das marretices, que mantive durante ano e meio, na medida em que cada post era uma violenta analise do que na altura, como agora, estava a acontecer e que na verdade não mudou muito, os protagonistas são os mesmos, os assuntos arrastam-se e nada mudou realmente...
concordo que talvez o inicio tenha duma forma que podemos questionar se deliberada ou não, conscientemente ou não, dado a ideia de que seria algo mais pessoal, mais introspectivo, e se lerem nas entrelinhas muitas das vezes é o eu mais profundo que se espraia e expoe, mas não duma forma aberta como provavelmente suposeram...
talvez seja melhor até, porque, convenhamos, eu não sou assim tão interessante que valha a pena lerem acerca das minhas inquietações e desventuras...
Posto todo este testamento, epistolar uma vez mais, começa a tornar-se um habito, escrever acerca do que escrevo e não escrever nada de novo, levantando-se a duvida se tal acontecerá muitas vezes por aqui..., deixo-vos com uma frase, que não sendo de todo inesperada me afigura que não deixará de vos provocar um sorriso... ou não!
A vida segue dentro de momentos...
Vosso, nomeadamente, M. i...
cereal quiller

quarta-feira, 21 de julho de 2010
... tempo
a minha,
segunda-feira, 19 de julho de 2010
portuguêsmente
domingo, 18 de julho de 2010
restart
sábado, 17 de julho de 2010
Adraga
...a agua que enregelava os musculos
...a areia que fustigava a pele
...a falesia instável na sua imponência...
o calor da amizade...!
Estamos bem, quando estamos com os nossos amigos!!!
Animal invertebrado, muito irrequieto, que liga com cola zero! e imperial preta!
não ! não é uma invasão do post do outro dia, mas uma amabilidade do Xôr Chico do Murtal!
Recomendo!
Vosso, de bem com a areia, M. i...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
A rede, teias que a vida tece
termo vulgarizado pela internet na ultima decada do milénio passado.
em linha, traduzindo grosseiramente do inglês...
linha para a informação, inicialmente com aplicações exclusivamente militares, foi-se espalhando, crescendo exponencialmente, quando foi tomada de assalto pelo utilizador comum.
e a par com a utilidade enquanto ferramenta exploratória da web, veio a faceta pessoal da mesma, o enriquecimento do universo cultural de cada internauta, cedo se transformou, por via de aplicações que se foram multiplicando na forma de chat´s, sites em que por meio dum nick se podia participar numa conversação escrita global ou trocar mensagens em privado entre dois ou mais participantes.
Desde logo e como é caracteristico da raça humana, a coisa descambou, se é que assim se pode dizer, para o campo das relações pessoais, mais ou menos virtuais, sendo que amiude, servia como meio de angariação de conhecimentos explorados pessoalmente em encontros combinados on line e que consoante os casos eram mais ou menos explicitos.
E estava lançada a confusão e o avatar! Só mais tarde conhecido por este nome, representava a personagem que cada um tentava criar de si próprio, a coberto dum anonimato mais ou menos bem resguardado.
Muita decepção aconteceu quando nalguns casos depois de meses e até anos de troca de mimos, decidiam conhecer-se e chegavam á triste conclusão que nada era o que parecia, não passando de pretensões virtuais alicerçadas em mentiras frequentemente muito bem urdidas.
Mas com o facebook tudo iria mudar. Inicialmente criado para os alunos duma universidade norte americana partilharem as suas fotos e dados pessoais, expandiu-se rapidamente para fora do campus, revolucionando a forma como as pessoas se relacionam na web, dando origem ás tão propaladas redes sociais.
Esteve adormecido dando inspiração aos criadores de outros sistemas, como o Hi5, talvez o de maior sucesso, o netlog e muitos outros.
Rapidamente os gurus da informação perceberam que esta era uma mina de informações pessoais, gostos, desejos, que ambicionavam ter para fins mais ou menos licitos.
De volta e de forma avassaladora o Facebook, conquistou mercado, não só enquanto plataforma de relacionamentos pessoais mas também e talvez o mais importante, como forma de chegar ao publico e aos potenciais clientes ou apoiantes, consoante se trate de empresas ou organizações dos mais variados quadrantes e interesses.
Hoje, é visto por muitos como indispensavel, uma companhia quer enquanto parceiro de trabalho, quer também como meio de interacções pessoais.
As vantagens de aproximar conhecidos distantes, desconhecidos carentes, faz do FB uma incontornavel via no relacionamento pessoal nos nossos dias.
Por outro lado vulgarizou o conhecimento entre pessoas, hoje, os internautas vêm os perfis alheios, descobrem preferências, interesses, formação e história de vida de outros, retirando todo o interesse no descobrir de quem somos, numa conversa olhos nos olhos.
Sinal dos tempos, necessidade de gratificação imediata, falta de tempo, escolham!
Para terminar, se é que ainda consigo ter alguém a ler este testamento, que suponho nada de novo trouxe, todos estes meios têm o seu reverso, uma especie de gemeo mal disposto, sabem a que me refiro..., envenenando relações, provocando equivocos, fruto de algo muito basico mas que permanece inmutavel desde o tempo em que as sms nasceram e que é a falta de entoação no que lemos, acresce a falta de pontuação e os erros ortográficos para estar estabelecida a confusão! se juntarem a maldicência e a falta de escrupulos manipuladora, têm o pacote completo para grandes chatices.
Já por mais duma vez senti na pele tais complicações e como até nem sou muito destas coisas imagino que todos o terão também experimentado.
Não quero com tudo isto dizer que vou deixar o facebook, mas confesso que o vejo de uma forma algo desconfiada e talvez me refreie um pouco nos comentários, inocentes que tenho produzido mas que já foram mal entendidos!
Tenho dito!
e obviamente e nomeadamente, a vida segue dentro de momentos!
1ª Epistola aos Bloguianos segundo M. i...
quinta-feira, 15 de julho de 2010
A insustentável leveza do ser
Pois temos pena!
Foi só mesmo para cativar a atenção!
Se é que, ainda, ao fim de 3 tentativas de escrever alguma coisa tragico-cómica, consigo tal proeza...
Insisto no registo mais cómico, abordando um assunto mais leve, adequado a esta época de férias.
Refiro-me, como já devem ter suspeitado, à delicada questão da areia nas virilhas.
Bastas vezes, vamos, todos lampeiros,
atirar os ossos pra cima da silica, mais ou menos grauda,
dependendo da zona, geográfica, obviamente uma boa zona, sendo que,
desde já, posso garantir que o incomodo é inversamente proporcional á dimensão do grão!
Atirados, com as devidas atenções, afinal não queremos, digo eu...,
aterrar em algo mole e frio, caro e cada dia mais vulgar, que não uma alforreca,
mas igualmente titilante, e, desde logo
começa a batalha frenética com os elementos e quejandos!
Ele é o vento que só sopra quando resolvemos suportar aquela bicha,
não é a do 5º andar, essa maluca! doida varrida mulher!, da ponte,
o artista de boné enfiado até ao pescoço com o logotipo das tintas cin,
que ginga de faixa para faixa no seu saxo cup, com bufadeira inox, dupla,
e subwoofer a debitar watts RMS, como se o mundo terminasse amanhã.
O adolescente, com o acne em furia, que grita a plenos pulmões com os amigos acerca da noitada de shot´s e miudas descaradas,
completamente desbragadas...
enquanto mais um pontapé na jabulani,
promete acertar na grávida,
que exala mais uma baforada retirada do cigarro castanho escuro,
envia uma pazada de areia para o ar...
O armário testeoesteronizado ( é nova a palavra!) que passeia a atitude á procura de conforto para o ego, só e apenas, porque o resto... temos pena!
E, last but not least ( á que dar um ar internacional e intercultural á coisa) a areia!
Pequeno animal invertebrado, irrequieto, que liga com cevada destilada e alfinetes!
( peço desculpa pela intromissão do caracol, fugiu do post daqui átrasado( mais uma concessão á regionalização).
E assim se passa mais um dia de férias,
imaginando que a vida segue dentro de momentos,
de descanso (?), para recarregar as baterias, voltar ao transito(!), à gritaria do dia a dia (!) e para a anormalidade que nos rodeia.
E ainda, ah pois é!, falta pagar os dias no paraiso da marisqueira Paraiso da Santola, onde torramos o cartão de crédito em sapateiras, chamuças e doces da casa ( semi-frio de natas e bolacha ralada por cima, que é uma delicia, é a D. Ermelinda que faz!)
Se não fossem as férias como iriamos nós resistir???
Porventura sabem de algum destino exótico para onde me exportar?
Prometo não voltar a escrever nada!!!
Vosso, areado, M. i...
