terça-feira, 19 de junho de 2012
a inconsequente consequência
e se...
a insuportavél incerteza...
a relativização da realidade, baseada numa reformulação do passado, inconsequente, mas que de alguma forma, condiciona o futuro.
seremos consequência do passado? condicionaremos nós o futuro á carga de vivências que experienciamos?
as opções que tomamos são-no realmente, ou serão tão só complementares das que nos conduziram até aqui, e se o são onde foi que o passaram a ser?
qual a inevitabilidade de tal?
somos seres conscientes,, mas relevamos as consequencias de algumas inconsequentes escolhas que no fundo nos conforta relacionar com as tais condicionantes supostamente, ou não, nos são, pelo passado, impostas..
não é uma analise critica nem tão pouco um juizo de valor, é tão somente a constatação duma caracteristica que se por vezes nos incomoda também nos permite repousar a mente mantendo-a num plano de consciência que na sua essencia classificamos de elevado mas que mais não é que uma defesa ,da pretensa sanidade, que nos mantem á tona.
a mente humana é um labirinto onde vogamos embalados pela necessidadede nos sentirmos bem enquanto individuos, integrados numa sociedade que nos condiciona ela também a viver de acordo com parametros que duma forma mais ou menos pacifica reconhecemos comos nossos.
è nesta dialéctica de duas vertentes que são em si complementares e ao mesmo tempo antagónicas que nos vamos confrontando com nós próprios.
e que,, existencialmente, talvez, questionamos, somos senhores do nosso próprio caminho, será que nos condicionam na sua escoilha, seremos nós,, na perseguição, da forma mais do que do conteudo, que nos dirigimos para onde não nos reconhecemos?
exerc icio de introspeção numa manhã de sol, sentado a preparar mais um dia de trabalho, faz parte!
faz parte, e é absolutamente essencial a uma mente que precisa de procurar respostas ou quantas vezes apenas as perguntas...
Vosso, hoje introspectivo, nomeadamente, M. i...
sexta-feira, 15 de junho de 2012
vale a pena!
vale a pena, titulo deste post, caso não tenham reparado!
muitas vezes, lemos na diagonal, no caso um pouco estranho, porque se trata apenas duma linha, mas ele há cada coisa e as diagonais também já não são o que eram!
e afinal o que vai valer a pena hoje?
não! podia ser, mas não é!
não que, por mim, não pudesse ser, entenda-se, não sou do contra!
cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente, evidentemente!
mas, hoje não há promoção no sitio do costume, que de janeiro até janeiro, faz o que precisa.
também não é dia de areia nas virilhas, expressão que já me trouxe alguns dissabores, mas que mais não é que literalmente o que expressa, redundando a coisa, claro.
o que vale então a pena, hoje, nomeadamente?
muito simplesmente, hoje vale a pena:
- valer a pena!
nada mais, sendo que valer a pena é coisa trabalhaosa!
não basta estar ali e; ah e tal, eu valho a pena...
não, tem de se valer a pena com estilo, nada de piroseiras.
fica o desafio!
vamos lá valer a pena hoje!
amanhã, já não digo, afinal valer a pena todos os dias deve ser cansativo, nomeadamente prós joanetes e coiso...
e fica assim,
então vá!
ide valer a pena!
e se acharem tudo isto uma enorme imbecilidade, saibam que não estão sozinhos, também acho que mais valia ( viram viram ) estar quietinho!
Vosso, pra valer, hoje, M. i...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
umas linhas intelecto fustigantes...
a escrita,
libertadora, ao mesmo tempo provocatória, introspectiva, alimenta a necessidade intelectual, manifesta a vontade de mudar, nem que seja uma virgula, no contexto, no texto, na linha que sai da mente, materializada nos caracteres que se vão alinhando no branco do ecran.
o branco que muitas vezes persiste mentalmente, fazendo com que o ecran permaneça teimosamente , branco!
quantas vezes escrevo sem saber onde me vai levar a escrita, por onde se espraia, em que oceano terá a sua, minha, foz.
no fundo escrever representa também esta minha proverbial, inconstância, penso que omnipresente nos textos que vou publicando e que duma forma que só pode ser classificada de suicídio cultural, insistem em vir ler.
claro que todos dizemos que o fazemos para apaziguar a nossa precisão, de precisar, obviamente, porque de resto é só imprecisões multidisciplinares comme il faut, de expressarmos as nossa inquietudes, mas se não quisessemos que lessem não o tornávamos publico...
Ficamos pois reféns desta dialéctica, nós, vozes, no sentido não das vozes interiores que nos torturam a existência, positivamente, mas de vozes, vocêsses!
libertadora, ao mesmo tempo provocatória, introspectiva, alimenta a necessidade intelectual, manifesta a vontade de mudar, nem que seja uma virgula, no contexto, no texto, na linha que sai da mente, materializada nos caracteres que se vão alinhando no branco do ecran.
o branco que muitas vezes persiste mentalmente, fazendo com que o ecran permaneça teimosamente , branco!
quantas vezes escrevo sem saber onde me vai levar a escrita, por onde se espraia, em que oceano terá a sua, minha, foz.
no fundo escrever representa também esta minha proverbial, inconstância, penso que omnipresente nos textos que vou publicando e que duma forma que só pode ser classificada de suicídio cultural, insistem em vir ler.
claro que todos dizemos que o fazemos para apaziguar a nossa precisão, de precisar, obviamente, porque de resto é só imprecisões multidisciplinares comme il faut, de expressarmos as nossa inquietudes, mas se não quisessemos que lessem não o tornávamos publico...
Ficamos pois reféns desta dialéctica, nós, vozes, no sentido não das vozes interiores que nos torturam a existência, positivamente, mas de vozes, vocêsses!
já fui acusado de escrever de forma muito densa, encriptada mesmo por vezes, mas no interesse do contraditório, devo dizer que é o que sou, denso, encriptado, até para mim próprio...
vou, um destes dias retomar a via humorística, que julgo possuir, quem sabe assim atinjo o meu objectivo de conseguir ganhar a massa critica que me permita fazer a tão desejada publicidade aos ambientadores inteligentes!
do Vosso lado fica a, talvez incomoda, decisão de aqui voltar, e duma forma mais ou menos consciente fustigarem o Vosso estimado intelecto, barbaramente vilipendiado por estas linhas!
Vosso, encriptadissimamente, M. i...
quarta-feira, 6 de junho de 2012
somos humanos!
somos aquilo que somos, fazemos de nós, com os outros e também pelos outros, esta identidade que apresentamos como a nossa.
rotulamo-nos quantas vezes de hipócritas, outras de inocentes, dependendo da nossa vontade de entender ou relevar o entendimento do que nos rodeia.
passamos muitas vezes por distraídos, desentendidos, mas usamos esta capacidade de nos escondermos de nós próprios, conscientemente, como forma de defesa e boa vivência,
sabemos, quantas vezes que a razão nos assiste, que a verdade é a nossa, mas esta assertividade esbarra na necessidade de sermos capazes de viver com ela. De a conseguirmos impor, aos outros e a nós próprios.
valerá a pena, faze-lo quando isso implica perdermos a paz, a que ponto é fundamental que sejamos dono dela, que os outros a admitam como sua, bastas vezes apenas porque disso fazemos finca pé.
Sentimo-nos melhor, mais felizes por tal?
Será que não é um sinal de inteligência o oposto, vivermos com a verdade dos outros se ela nos for intelectual e emocionalmente aceitável?
Será esta uma visão simplista de carácter hipócrita?
Cabe a cada um de nós perceber o que nos implica cada uma das vertentes, se a defesa da verdade a todo o custo, ou relevar e interiormente equilibrarmos nos pratos da balança da nossa consciência, o peso da mesma.
Que não nos sirva no entanto de justificação para a mentira, que não se confunda a verdade e a sua relevância em tudo isto, não é essa a intenção, não passa por a moldarmos a nosso bel prazer, isso sim faz de nós seres manipuladores, frios calculistas, movendo as peças no tabuleiro da vida, colocando-nos quase sempre num xeque mate que nos corroí a consciência.
Existe outra vertente, a da nossa verdade e elevação absolutas, tão em voga hoje, baseada em alter egos exibidos nas redes sociais que nos apresentam como seres iluminados pela Luz, que depois cada um tenta explicar de onde vem, baseados nas mais esotéricas interpretações da vida.
Todos já nos deparamos com tal, " amigos " com discursos que sabemos em nada corresponderem á realidade, com teorias que a sua praxis desmente.
Será esta a sua verdade? mais uma vez valerá a pena contrariar , esta versão revista e melhorada de cada um deles e de nós em ultima análise?
Deixo a questão mais premente, que nos obriga a fazer um exercicio de introspecção e ao mesmo tempo observação atenta da realidade, existe Uma Verdade?
Vosso, filosofico,-nomeadamente, cinzento como o dia, M. i...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Não há longa noite que não encontre um dia...
Não há longa noite que não encontre um dia!
Shakespeare dixit!
Porque teimamos em não querer ver?
Porventura esquecemos que a vida não se tolhe de nos colocar perante desafios?
Bastas vezes desanimamos, eu pecador me confesso, mas...
devemos a nós próprios,
devemos aos que nos são queridos,
devemos, também, aqueles que nos rodeiam, acreditando ou não na nossa capacidade de resistir, na nossa resiliência e vontade,
devemos, porque se é um direito sermos o que somos, não deixa de ser, também, um dever se-lo.
Sejamos!
Sejamos hoje, o que sonhamos para amanhã.
tenhamos a coragem de viver e conviver com esta nossa frustração de vermos um mundo que não sonhamos, mas que é, sem duvida, resultado, também da nossa presença nele!
A vida é preciosa, mesmo naqueles dias!
Vivamos!
Vosso, vivinho, nomeadamente, M. i...
sexta-feira, 1 de junho de 2012
sex
.. ou a importância do teaser!
nada como entreabrir a porta da intimidade...
logo despertamos curiosidades alheias...
sex... quase permanentemente a palavra mais utilizada em buscas na net
mas pode ser sex de sexta, sexta feira, que até pode ser uma sexta feira de sex...
sex... abre portas, mantém outras entreabertas, entalados noutras...
mas talvez a forma que mais gosto é sex...y !
sexy you!
sexy me... whatever!
importa que sejamos felizes com ou sem, mas de preferência com!
uma óptima sex...ta feira para todos,
o fim de semana promete ser quente, usem protector! ;)
Vosso, sexy, nomeadamente, M. i...
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