sábado, 22 de dezembro de 2012
o sol pôe-se...
a luz escorre pelo horizonte
sobrevem a escuridão
de mais uma noite
a quietude
refresca a mente
em arrepios de frio...
sucedem-se os dias...
e as noites
o tempo escoa
celere...
desfilam imagens
risos
cheiros
toques...
recordar
é cedo para tal...
tempo haverá
para o fazer...
muito ainda falta juntar...
projectos
ambições
viagens
risos e toques...
a vida é isso mesmo,
M.i... nomeadamente hoje...
domingo, 25 de novembro de 2012
blue sky
azul...
imenso, manto, branco...
espelho, reflexo, reflexivo...
horizonte, linha, distante...
calmaria, temperança...
esperança, fugaz, tenue... presente.
Vosso, M.i...
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
estados de alma
podia...
ter pintado este quadro ontem, ante ontem, á uma semana, á 11 meses...
podia...
te-lo sentido então como hoje...
extravazado para a tela o que me vai na alma,
ao que dizem é disso que resulta a arte que expressamos.
o que sei, é que este podia ser...
o espelho da minha alma.
a mim perdoo
o ser
o possibilitar
o transmutar
de mim próprio
reinvento-me
como tantas vezes o fiz
repenso-me
enquanto Homem
saro...
porque, a vida continua
com os momentos
pelos momentos
porque valeu a pena
não pelo destino
mas pelo caminho
não pela amargura
mas pela felicidade
retenho em mim
algo que nunca perderei
o conto...
de fadas e princepes...
seja qual for o destino
o ever after
é meu
...e teu também!
Vosso, Meu e Teu, nomeadamente para sempre, M.i...
terça-feira, 30 de outubro de 2012
o gemeo está de volta!
e... ao fim de algum tempo, ei-lo que volta...
o gemeo do mau génio, ou...
será que é o génio do mau gemeo?!
o que importa é que voltou!
prontinho para a critica mordaz!
para ver defeitos em tudo!
para, no fundo, ser o que sempre foi,
O mal disposto!
aguarda-se, esperançados uns, expectantes outros,
a volta do gemeo alegre e bem disposto
que, porventura e na opinião de alguns
talvez seja bem disposto e alegre em demasia
colocando em risco
o status quo...
pura ficção!
o gemeo e o gemeo
são absolutamente inofensivos
na sua frontalidade
objectiva ou politicamente incorrecta!
Obrigado a quem me recebeu,
com a simpatia de sempre!
Vosso, nomeadamente do rpm e afins, M.i...
e se... ou a teoria do encanamento á perna da dita
Cá estamos, devotado leitor...,
ui..., começa bem, presunção e agua, benta, porque a agua pé só depois de amanhã..., cada um toma a que quer, de ambas acrescentaria eu..., embora a benta, não confundir com a agua de lavar os pés do seleccionador da tranquilidade, está em baixa, também,o Papa Channel não ajuda...
de volta, à escrita umas vezes criativa outras mal criativa, sem que, convenhamos, chegue a roçar, roçar, ás 8 da manhã não será vocábulo muito oportuno, nomeadamente, pois... o termo continua a vir atentar-vos, a Vós e a mim, nomeadamente, o inaceitável.
Estava capaz de sublinhar a linha de raciocínio e assim não teriam de fingir que liam os devaneios da minha letra, parece-me bem, sei lá, tipo serviço publico, assim um lapis só que sem ser azul, pode ser... ahhhh cinzento, como eu, só que em vez de riscar sublinhava... ou não?!
Acho que continuo absolutamente indecifravel...
Mas, digam lá, ou seja, pensem de Vós para os Vossos dignissimos zippers, se sequer o tentam... decifrar-me, isso.
Bem me parecia, não chegarei, nunca, a conseguir ter os anúncios aos ambientadores inteligentes... perca de tempo, Vossa que não minha, eu cá, venho mesmo pelas teclas, companheiras de viagem, cúmplices silenciosas desta mente intrincada e inquieta...
Assim, sem assunto, Vos ocupei aí uns... 4s... abrir, ler o titulo, ler a ultima linha, e ala!
Faz parte, e eu gosto!
Vosso, nomeadamente, á data, M.i...
sábado, 27 de outubro de 2012
Flutuo...
Flutuo num mar revolto...
a espuma das ondas
o sal que me arde
.nos olhos
a corrente inéxoravel
teima em tirar-me o pé do chão
sem amarras
porto de abrigo
ancoro-me na areia
mergulho, sob a onda que me varre
turbilhão
flutuo ...
M.i...
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
vida
Sereno, sigo em direcção ao sol
De cabeça levantada
Consciencia em paz
Tudo fiz
Tudo dei
Sem cobrar o incobravel
Por amor
Por amizade também
Com muito respeito
Admiração
Orgulho
cego...?
Não!
Apenas porque ã duvida também fortalece o sentimento
Porque um dia a memória me trará a recompensa...
Karma dirá alguém...
Sou o que sou, tenho o que mereço
Todos nós o temos.
Não espero pena, detesto esse sentimento mesquinho!
A vida segue... dentro de momentos... nomeadamente...
Vosso, teu, sempre, M...i
De cabeça levantada
Consciencia em paz
Tudo fiz
Tudo dei
Sem cobrar o incobravel
Por amor
Por amizade também
Com muito respeito
Admiração
Orgulho
cego...?
Não!
Apenas porque ã duvida também fortalece o sentimento
Porque um dia a memória me trará a recompensa...
Karma dirá alguém...
Sou o que sou, tenho o que mereço
Todos nós o temos.
Não espero pena, detesto esse sentimento mesquinho!
A vida segue... dentro de momentos... nomeadamente...
Vosso, teu, sempre, M...i
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
energia...
escrevo, teclo lentamente,
olhando o monitor a cada palavra
a inspiração fugidia o dita
sem prazos ou timings,
vão fluindo as letras,
formando palavras inocuas
assépticas
condiciono-me
conscientemente inconsciente
sou aquilo de que fujo
arvore,
ao vento, espero a bonança
refugio-me na esperança
desespero no cenário da fatalidade
renasço a cada momento
a cada pensar
a cada inspirar
expiro a amargura
preto e branco
cinza, cinzento
das cinzas acinzentado
procuro o branco
misturo
reviro-me
na cama
na vida...
Vosso, inconruente e confuso, M.i...
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
... a vida segue dentro de momentos...
entre três pontos, intervalada...
aquecem-na o sol e...
e vale a pena lutar, lutar sempre..., por quem somos!
ao fim do dia, quando ele se pôe, é o que nos sobra,
o termos feito o que pensamos ser o melhor, para que prevaleça a consciência...
de que... sempre!
Vosso, aqui, nomeadamente, M. i...
terça-feira, 10 de julho de 2012
a inconsistência
...de facto, que não de fato, por opção e num acto, não ato, de alguma inconsistência, está justificado o titulo o que quer dizer que já não terão de aturar muito mais, estive ausente por umas semanas, por ter andado ocupado, mentalmente absorvido, absorto em inconsequências várias de vária, cada vez o nivel semantico deste blog está mais miseravel indole.
Resulta de tal que, quiça num registo de pré férias, de alguns, férias de outros, na praia da rata, ou na mata da torre se releve a leitura de textos, que como no presente caso, nada adiantam, ou acrescentam, redundantemente, ao dia á dia, nem á noite á noite, sejamos sinceros, de quem ainda se martiriza na visita a este blog. Devo desde já esclarecer que tal não conta para efeitos de concessão de virgens, m ou f, no paraiso! Embora seja de alguma forma terrorista a escrita, não se pode ainda comparar a outras formas, menos elaboradas, nomeadamente, a do arremesso do pupino!
Imagino que nesta altura já se tenham arrependido de aqui vir, mas, nunca se sabe, um dia até posso ter algum tipo de piada e aí vão dar por bem empregue todas as vezes que aqui vieram e os deixei com esse mesmo sorriso amarelo que agora estão! Ou não! Porque o mais provavel é que tal nunca venha mesmo a acontecer e eu, pura e simplesmente, desapareça no ciberespaço, sob camadas de dimensões multiplas da indiferença geral.
Vosso, chato, principalmente, M.i...
Resulta de tal que, quiça num registo de pré férias, de alguns, férias de outros, na praia da rata, ou na mata da torre se releve a leitura de textos, que como no presente caso, nada adiantam, ou acrescentam, redundantemente, ao dia á dia, nem á noite á noite, sejamos sinceros, de quem ainda se martiriza na visita a este blog. Devo desde já esclarecer que tal não conta para efeitos de concessão de virgens, m ou f, no paraiso! Embora seja de alguma forma terrorista a escrita, não se pode ainda comparar a outras formas, menos elaboradas, nomeadamente, a do arremesso do pupino!
Imagino que nesta altura já se tenham arrependido de aqui vir, mas, nunca se sabe, um dia até posso ter algum tipo de piada e aí vão dar por bem empregue todas as vezes que aqui vieram e os deixei com esse mesmo sorriso amarelo que agora estão! Ou não! Porque o mais provavel é que tal nunca venha mesmo a acontecer e eu, pura e simplesmente, desapareça no ciberespaço, sob camadas de dimensões multiplas da indiferença geral.
Vosso, chato, principalmente, M.i...
terça-feira, 19 de junho de 2012
a inconsequente consequência
e se...
a insuportavél incerteza...
a relativização da realidade, baseada numa reformulação do passado, inconsequente, mas que de alguma forma, condiciona o futuro.
seremos consequência do passado? condicionaremos nós o futuro á carga de vivências que experienciamos?
as opções que tomamos são-no realmente, ou serão tão só complementares das que nos conduziram até aqui, e se o são onde foi que o passaram a ser?
qual a inevitabilidade de tal?
somos seres conscientes,, mas relevamos as consequencias de algumas inconsequentes escolhas que no fundo nos conforta relacionar com as tais condicionantes supostamente, ou não, nos são, pelo passado, impostas..
não é uma analise critica nem tão pouco um juizo de valor, é tão somente a constatação duma caracteristica que se por vezes nos incomoda também nos permite repousar a mente mantendo-a num plano de consciência que na sua essencia classificamos de elevado mas que mais não é que uma defesa ,da pretensa sanidade, que nos mantem á tona.
a mente humana é um labirinto onde vogamos embalados pela necessidadede nos sentirmos bem enquanto individuos, integrados numa sociedade que nos condiciona ela também a viver de acordo com parametros que duma forma mais ou menos pacifica reconhecemos comos nossos.
è nesta dialéctica de duas vertentes que são em si complementares e ao mesmo tempo antagónicas que nos vamos confrontando com nós próprios.
e que,, existencialmente, talvez, questionamos, somos senhores do nosso próprio caminho, será que nos condicionam na sua escoilha, seremos nós,, na perseguição, da forma mais do que do conteudo, que nos dirigimos para onde não nos reconhecemos?
exerc icio de introspeção numa manhã de sol, sentado a preparar mais um dia de trabalho, faz parte!
faz parte, e é absolutamente essencial a uma mente que precisa de procurar respostas ou quantas vezes apenas as perguntas...
Vosso, hoje introspectivo, nomeadamente, M. i...
sexta-feira, 15 de junho de 2012
vale a pena!
vale a pena, titulo deste post, caso não tenham reparado!
muitas vezes, lemos na diagonal, no caso um pouco estranho, porque se trata apenas duma linha, mas ele há cada coisa e as diagonais também já não são o que eram!
e afinal o que vai valer a pena hoje?
não! podia ser, mas não é!
não que, por mim, não pudesse ser, entenda-se, não sou do contra!
cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente, evidentemente!
mas, hoje não há promoção no sitio do costume, que de janeiro até janeiro, faz o que precisa.
também não é dia de areia nas virilhas, expressão que já me trouxe alguns dissabores, mas que mais não é que literalmente o que expressa, redundando a coisa, claro.
o que vale então a pena, hoje, nomeadamente?
muito simplesmente, hoje vale a pena:
- valer a pena!
nada mais, sendo que valer a pena é coisa trabalhaosa!
não basta estar ali e; ah e tal, eu valho a pena...
não, tem de se valer a pena com estilo, nada de piroseiras.
fica o desafio!
vamos lá valer a pena hoje!
amanhã, já não digo, afinal valer a pena todos os dias deve ser cansativo, nomeadamente prós joanetes e coiso...
e fica assim,
então vá!
ide valer a pena!
e se acharem tudo isto uma enorme imbecilidade, saibam que não estão sozinhos, também acho que mais valia ( viram viram ) estar quietinho!
Vosso, pra valer, hoje, M. i...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
umas linhas intelecto fustigantes...
a escrita,
libertadora, ao mesmo tempo provocatória, introspectiva, alimenta a necessidade intelectual, manifesta a vontade de mudar, nem que seja uma virgula, no contexto, no texto, na linha que sai da mente, materializada nos caracteres que se vão alinhando no branco do ecran.
o branco que muitas vezes persiste mentalmente, fazendo com que o ecran permaneça teimosamente , branco!
quantas vezes escrevo sem saber onde me vai levar a escrita, por onde se espraia, em que oceano terá a sua, minha, foz.
no fundo escrever representa também esta minha proverbial, inconstância, penso que omnipresente nos textos que vou publicando e que duma forma que só pode ser classificada de suicídio cultural, insistem em vir ler.
claro que todos dizemos que o fazemos para apaziguar a nossa precisão, de precisar, obviamente, porque de resto é só imprecisões multidisciplinares comme il faut, de expressarmos as nossa inquietudes, mas se não quisessemos que lessem não o tornávamos publico...
Ficamos pois reféns desta dialéctica, nós, vozes, no sentido não das vozes interiores que nos torturam a existência, positivamente, mas de vozes, vocêsses!
libertadora, ao mesmo tempo provocatória, introspectiva, alimenta a necessidade intelectual, manifesta a vontade de mudar, nem que seja uma virgula, no contexto, no texto, na linha que sai da mente, materializada nos caracteres que se vão alinhando no branco do ecran.
o branco que muitas vezes persiste mentalmente, fazendo com que o ecran permaneça teimosamente , branco!
quantas vezes escrevo sem saber onde me vai levar a escrita, por onde se espraia, em que oceano terá a sua, minha, foz.
no fundo escrever representa também esta minha proverbial, inconstância, penso que omnipresente nos textos que vou publicando e que duma forma que só pode ser classificada de suicídio cultural, insistem em vir ler.
claro que todos dizemos que o fazemos para apaziguar a nossa precisão, de precisar, obviamente, porque de resto é só imprecisões multidisciplinares comme il faut, de expressarmos as nossa inquietudes, mas se não quisessemos que lessem não o tornávamos publico...
Ficamos pois reféns desta dialéctica, nós, vozes, no sentido não das vozes interiores que nos torturam a existência, positivamente, mas de vozes, vocêsses!
já fui acusado de escrever de forma muito densa, encriptada mesmo por vezes, mas no interesse do contraditório, devo dizer que é o que sou, denso, encriptado, até para mim próprio...
vou, um destes dias retomar a via humorística, que julgo possuir, quem sabe assim atinjo o meu objectivo de conseguir ganhar a massa critica que me permita fazer a tão desejada publicidade aos ambientadores inteligentes!
do Vosso lado fica a, talvez incomoda, decisão de aqui voltar, e duma forma mais ou menos consciente fustigarem o Vosso estimado intelecto, barbaramente vilipendiado por estas linhas!
Vosso, encriptadissimamente, M. i...
quarta-feira, 6 de junho de 2012
somos humanos!
somos aquilo que somos, fazemos de nós, com os outros e também pelos outros, esta identidade que apresentamos como a nossa.
rotulamo-nos quantas vezes de hipócritas, outras de inocentes, dependendo da nossa vontade de entender ou relevar o entendimento do que nos rodeia.
passamos muitas vezes por distraídos, desentendidos, mas usamos esta capacidade de nos escondermos de nós próprios, conscientemente, como forma de defesa e boa vivência,
sabemos, quantas vezes que a razão nos assiste, que a verdade é a nossa, mas esta assertividade esbarra na necessidade de sermos capazes de viver com ela. De a conseguirmos impor, aos outros e a nós próprios.
valerá a pena, faze-lo quando isso implica perdermos a paz, a que ponto é fundamental que sejamos dono dela, que os outros a admitam como sua, bastas vezes apenas porque disso fazemos finca pé.
Sentimo-nos melhor, mais felizes por tal?
Será que não é um sinal de inteligência o oposto, vivermos com a verdade dos outros se ela nos for intelectual e emocionalmente aceitável?
Será esta uma visão simplista de carácter hipócrita?
Cabe a cada um de nós perceber o que nos implica cada uma das vertentes, se a defesa da verdade a todo o custo, ou relevar e interiormente equilibrarmos nos pratos da balança da nossa consciência, o peso da mesma.
Que não nos sirva no entanto de justificação para a mentira, que não se confunda a verdade e a sua relevância em tudo isto, não é essa a intenção, não passa por a moldarmos a nosso bel prazer, isso sim faz de nós seres manipuladores, frios calculistas, movendo as peças no tabuleiro da vida, colocando-nos quase sempre num xeque mate que nos corroí a consciência.
Existe outra vertente, a da nossa verdade e elevação absolutas, tão em voga hoje, baseada em alter egos exibidos nas redes sociais que nos apresentam como seres iluminados pela Luz, que depois cada um tenta explicar de onde vem, baseados nas mais esotéricas interpretações da vida.
Todos já nos deparamos com tal, " amigos " com discursos que sabemos em nada corresponderem á realidade, com teorias que a sua praxis desmente.
Será esta a sua verdade? mais uma vez valerá a pena contrariar , esta versão revista e melhorada de cada um deles e de nós em ultima análise?
Deixo a questão mais premente, que nos obriga a fazer um exercicio de introspecção e ao mesmo tempo observação atenta da realidade, existe Uma Verdade?
Vosso, filosofico,-nomeadamente, cinzento como o dia, M. i...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Não há longa noite que não encontre um dia...
Não há longa noite que não encontre um dia!
Shakespeare dixit!
Porque teimamos em não querer ver?
Porventura esquecemos que a vida não se tolhe de nos colocar perante desafios?
Bastas vezes desanimamos, eu pecador me confesso, mas...
devemos a nós próprios,
devemos aos que nos são queridos,
devemos, também, aqueles que nos rodeiam, acreditando ou não na nossa capacidade de resistir, na nossa resiliência e vontade,
devemos, porque se é um direito sermos o que somos, não deixa de ser, também, um dever se-lo.
Sejamos!
Sejamos hoje, o que sonhamos para amanhã.
tenhamos a coragem de viver e conviver com esta nossa frustração de vermos um mundo que não sonhamos, mas que é, sem duvida, resultado, também da nossa presença nele!
A vida é preciosa, mesmo naqueles dias!
Vivamos!
Vosso, vivinho, nomeadamente, M. i...
sexta-feira, 1 de junho de 2012
sex
.. ou a importância do teaser!
nada como entreabrir a porta da intimidade...
logo despertamos curiosidades alheias...
sex... quase permanentemente a palavra mais utilizada em buscas na net
mas pode ser sex de sexta, sexta feira, que até pode ser uma sexta feira de sex...
sex... abre portas, mantém outras entreabertas, entalados noutras...
mas talvez a forma que mais gosto é sex...y !
sexy you!
sexy me... whatever!
importa que sejamos felizes com ou sem, mas de preferência com!
uma óptima sex...ta feira para todos,
o fim de semana promete ser quente, usem protector! ;)
Vosso, sexy, nomeadamente, M. i...
quinta-feira, 31 de maio de 2012
inevitável!
inevitavelmente...
estava-se mesmo a ver!
já era de esperar...
desengane-se quem pensa que poderia ser diferente!
é que quando menos esperamos...
estava escrito!
... é esta capacidade, inata de, simultâneamente, analise, previsão e assertividade perante os factos, que não fatos, fatos é no alfaite, que também fechou as portas ontem, depois de vir do congresso dos fazedroes das fazendas ou terylenes, ainda existirá terylene? e popeline? chita basicamente agora só na sueca..., alvo duma penhora do fornecedor de alfinetes chineses..., capacidade que descobrimos nos bancos da primária, agora rebaptizada de qualquer coisa mais tecno educacional, quando percebemos que a vida afinal não passa de sucessivas sucessões, sim eu escrevo redundâncias, quer dizer, gostava de escrever mais, afinal uma coisa com um nome tão fino só pode dar outra pinta á escrita não? de acontecimentos planeados por alguma entidade que nos supervisiona, que nos conduz duns a outros sem que a nossa intervenção seja necessária, ou as nossas opções façam qualquer diferença... fatalismo que nos trouxe já prémios internacionais e inclusivé o reconhecimento de fazermos parte do património cultural da Humanidade, coisa estranha, não será tudo o que fazemos, parte disso? adiante, o que conta, e neste caso não adianto um ponto, é que somos este misto de conformados e conformistas...
e pronto, não acredito que alguém tenha lido tudo o que escrevi, mas será que alguma vez, alguém leu...
fica a conclusão, possível, a vida é um Fado!
Vosso, abnegadamente, destinado a tal, M, i...
terça-feira, 29 de maio de 2012
traí ...
traição, palavra forte, remete-nos de imediato para um registo simultâneamente de dor e curiosidade mórbida, quem traiu quem, onde, como e quando...
mas o que é a traição?
pressupõe uma acção dissimulada, torpe, de alguém em quem confiamos, a quem confiamos algo de nós, um segredo, um sentimento, a vida?!
pressuporá continuação, ou a traição momentânea, fruto do instante, será não traição mas apenas deslize?
poderemos nesse caso afirmar convictamente que não traímos?
se contamos um segredo que nos confiaram a alguém porque nos distraímos, será que traímos a confiança de quem no-lo confiou?
se nesse caso é apenas algo que sem querer fizemos, até onde podemos levar essa inimputabilidade da traição?
muita pergunta mas no fundo todos estão a pensar, afinal onde será que isto vai levar?
quem traiu quem?
será que ele andou a fazer alguma?
será alguém que conheço?
não estão fora do que aqui digo, é normal essa curiosidade, afinal vêm ler-me...
mas a traição é também duma forma perversa o sal da vida, não a defendo, obviamente, mas existirá alguma forma de traição aceitável?
que potencie o que se tem como certo, ou acabará por nos enredar nas suas teias e destruir-nos?
Traição, eu trai!
Trai-vos a Vós que pensasteis, reparem na forma polida, que iria confessar aqui uma traição.
Como sempre apenas me move, enquanto permaneço sentado nesta mesa de café, a intenção de Vos fazer pensar, eu sei que talvez seja demasiada presunção, mas...
nada de juízos de intenção ou mensagens subliminares, é o que é, escrita chata e que concerta Vos leva a pensar, em cad clik, na tecla PgDn, mas porque será que eu insisto em vir ler este tipo?!
eu entendo! confesso que depois de publicar sou absolutamente incapaz de reler o que escrevo, tal o tédio que me provoca!
mas... ainda espero poder, um dia, distante é certo, contar com uma fiel legião de seguidores e vender publicidade neste espaço, talvez daquela a ambientadores inteligentes que só nos borrifam a paciência do olfacto, boa?!
( e que tal, a talhe de foice, sim, já se pode utilizar esta palavra entretanto liberta da sua carga politica, tornarem.-se seguidores deste blog? não custa nada! aproveitem, ele já há tão poucas coisas grátis... a Jonhson & Jonhson agradece! )
mas... será que traí a Vossa confiança? será que afinal não existirá a tal confissão...?
fica no ar... como o ambientador, apenas menos inteligente, a questão...
Vosso, nomeadamente ambientado, M. i...
segunda-feira, 28 de maio de 2012
imutabilidade
uma nova semana se inicia. depois de muito matutar, praí pra cima duns 2 minutos, inteiros! resolvi escrever acerca da imutabilidade
semana repleta de coisas que podemos e devemos mudar, em nós, e por essa via, no que nos rodeia, mas... helas...
a imutabilidade, essa trágica qualidade que muito provavelmente será daquelas que mais nos afectam na nossa existência enquanto seres pensantes, utilizadores da capacidade de imaginar e sonhar, imaginando, que imaginamos um sonho. certo?
assim sendo vamos lá ao que aqui me trouxe, no caso um teclado e em ultima analise uma ligação á net, lenta por sinal...
e ataco o mesmo, teclado, furiosamente, a ligação também a atacaria mas acho que não me ficaria bem estar aqui a dizer que a pen ja está tratadinha... enquanto as ideias fervilham na minha mente, imaginando, o tal sonho.
imutabilidade...
no fundo provoca-nos isso mesmo, a incapacidade de nos mobilizarmos, ficamos assim mais ou menos... imutaveis...!
ao mesmo tempo, permite-nos sermos coerentes com o que temos de mais... imutavel...
lutamos com armas desiguais no combate á imutabilidade, esforçamo-nos, comprometemo-nos e ela apenas tem de ficar ali, no seu cantinho, á espera que nos cansemos... imutavel...!
queixamo-nos dela constantemente, mas conforta-nos a sua quietude...
seriamos nós capazes de viver sem ela?
vale a pena refletir sobre o quanto nos tolhe a essência do que somos, ou se, na verdade, é exactamente o que nos define, imutavelmente, conformados...
Vosso, também imutavel na casmurrice teimosa de não querer mudar,
M, i...
semana repleta de coisas que podemos e devemos mudar, em nós, e por essa via, no que nos rodeia, mas... helas...
a imutabilidade, essa trágica qualidade que muito provavelmente será daquelas que mais nos afectam na nossa existência enquanto seres pensantes, utilizadores da capacidade de imaginar e sonhar, imaginando, que imaginamos um sonho. certo?
assim sendo vamos lá ao que aqui me trouxe, no caso um teclado e em ultima analise uma ligação á net, lenta por sinal...
e ataco o mesmo, teclado, furiosamente, a ligação também a atacaria mas acho que não me ficaria bem estar aqui a dizer que a pen ja está tratadinha... enquanto as ideias fervilham na minha mente, imaginando, o tal sonho.
imutabilidade...
no fundo provoca-nos isso mesmo, a incapacidade de nos mobilizarmos, ficamos assim mais ou menos... imutaveis...!
ao mesmo tempo, permite-nos sermos coerentes com o que temos de mais... imutavel...
lutamos com armas desiguais no combate á imutabilidade, esforçamo-nos, comprometemo-nos e ela apenas tem de ficar ali, no seu cantinho, á espera que nos cansemos... imutavel...!
queixamo-nos dela constantemente, mas conforta-nos a sua quietude...
seriamos nós capazes de viver sem ela?
vale a pena refletir sobre o quanto nos tolhe a essência do que somos, ou se, na verdade, é exactamente o que nos define, imutavelmente, conformados...
Vosso, também imutavel na casmurrice teimosa de não querer mudar,
M, i...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
uma visão diferente
... uma visão diferente!
hoje, mais que nunca, ouvimos dizer que necessitamos duma visão diferente das coisas, aprofundada, alargada, mais abrangente, que nos permita, ver para além do individuo, da realidade mais prosaica de cada um.
partilho, obviamente dessa opinião, o individualismo, numa interpretação mais lata do termo, que abarcará a individualidade enquanto unidade, quer pessoal, empresarial ou mesmo nacional, tem uma vertente potencialmente perniciosa, principalmente se associada a uma memória selectiva, filtrada devidamente, com interesses ocultos ou não, por opinion makers, imprensa ou mesmo o mundo da internet, que, se apresenta como uma ferramenta poderosa, baseada, muitas vezes, na perenidade da actualidade.
Basta lembrar o caso Joseph Koni, que em semanas, se tornou viral na net, e o tornou conhecido a nível global.
Hoje a noticia está ao alcance de todos, mas a sua veracidade é cada vez mais difícil de avaliar, o twitter, em segundos faz circular um rumor pelo mundo inteiro, o facebook com as suas múltiplas aplicações e actualizações ao segundo, faz com que a noticia seja coisa do reino do instantâneo, logo outra toma o seu lugar.
Assim, facilmente somos levados a pensar nisto ou naquilo, nesta ou naquela vertente ou ponto de vista, e pensando que andamos muito bem informados, na verdade andamos muito bem manipulados...
E servimos os intuitos de muitos dos individualismos que hoje, talvez da forma mais assertiva de sempre, se posicionam numa frente, que se avizinha decisiva, na sua própria sobrevivência, seja enquanto poderosos grupos de influência, de inteligências várias, ou com outros intuitos obscuros, indecifraveis ao olhos do comum cidadão.
e a visão diferente, a que eu já possuo, é a que me permitiu publicar um dos últimos post cheio de erros ortográficos... afinal o monitor do miniPC é... mini e os óculos precisam de ser trocados!
por isso peço-vos tratem da Vossa visão!!! Não deixem de ver o que Vos passa á frente!
já agora, sabem de algum oculista que faça retoma de lentes riscadas???!
pois... também me parece que é uma ideia parva...
Vosso, com uma visão... lata... M. i...
quinta-feira, 24 de maio de 2012
vamos lá?
mais uma manhã de sol na marginal,
o mar parece um espelho, refletindo, em tons de cinza metálico, os primeiros raios dum dia que se advinha quente.
ao fundo a ponte surge envolta numa nevoa matinal que a torna ainda mais portentosa.
no rádio a musica remete para as noites de verão que se esperam quentes.
lembro o lema dum amigo que, de bem com a vida, me dizia:
" a vida é maravilhosa, todas as manhãs nos dá a hipotese de mudarmos algo "
cada vez mais esta é uma verdade que esquecemos, somos nós que temos de a mudar
não podemos ficar á espera que a vida aconteça!
que nos venha arrebanhar á nossa inércia e fazer-nos felizes só porque sim.
a comiseração é, talvez, um dos piores sentimentos que podemos ter, que leva a que outros, igualmente negativos, sobrevenham, afinal a máxima de que se não estivermos bem com nós próprios, se não gostarmos de nós, nunca seremos capazes de fazer alguém feliz ao nosso lado, é uma verdade insofismavél, ou não o fossem todas elas.
nesta amena manhã de sol, em que a vida parece não querer sorrir a tantos, vamos ser nós a sorrir, a tentar mudar algo, a fazer com que o dia comece de forma mais positiva para nós e para os outros, tentar não custa, e um sorriso pode fazer toda a diferença!
Eu vou tentar, e tu?
Vosso, sorrindo, nomeadamente, ...talvez passe por maluquinho...
M. i...
o mar parece um espelho, refletindo, em tons de cinza metálico, os primeiros raios dum dia que se advinha quente.
ao fundo a ponte surge envolta numa nevoa matinal que a torna ainda mais portentosa.
no rádio a musica remete para as noites de verão que se esperam quentes.
lembro o lema dum amigo que, de bem com a vida, me dizia:
" a vida é maravilhosa, todas as manhãs nos dá a hipotese de mudarmos algo "
cada vez mais esta é uma verdade que esquecemos, somos nós que temos de a mudar
não podemos ficar á espera que a vida aconteça!
que nos venha arrebanhar á nossa inércia e fazer-nos felizes só porque sim.
a comiseração é, talvez, um dos piores sentimentos que podemos ter, que leva a que outros, igualmente negativos, sobrevenham, afinal a máxima de que se não estivermos bem com nós próprios, se não gostarmos de nós, nunca seremos capazes de fazer alguém feliz ao nosso lado, é uma verdade insofismavél, ou não o fossem todas elas.
nesta amena manhã de sol, em que a vida parece não querer sorrir a tantos, vamos ser nós a sorrir, a tentar mudar algo, a fazer com que o dia comece de forma mais positiva para nós e para os outros, tentar não custa, e um sorriso pode fazer toda a diferença!
Eu vou tentar, e tu?
Vosso, sorrindo, nomeadamente, ...talvez passe por maluquinho...
M. i...
terça-feira, 22 de maio de 2012
tudo o que sempre quiz saber acerca das mulheres
...pois é assim!
nada mais nada menos, promete-se, no titulo, o Holly Graal! ...bem a propósito, na contemplação do eterno feminino, consagrado pelo romancista tecno despachado Dan Brown, voltei a ele foi? nada me move, que não o meu sistema locomotor, nesta altura mais loco que motor, contra ou a favor do mesmo, entenda-se.
será a pretensão presunçosa?
passo maior que a perna?
penso que não!
afinal, não pode ser assim tão difícil, saber tudo acerca das mulheres!
estudamo-las, minuciosamente, umas vezes, rápida e concisamente outras, á milénios!
nenhuma outra matéria foi objecto de mais ensaios, abordada por mais escritores, poetas, músicos, pintores, e...
saberemos nós algo a cerca delas?
a resposta é... sabemos!
sabemos tudo!
O que elas querem que saibamos, nada mais que isso, nem mais um milésimo do que aquilo que nos facultam, dando-nos a impressão de que somos grandes sábios na matéria, controlam a nossa sabedoria, temperando-a a seu bel prazer.
foi assim desde o inicio dos tempos e será assim até quando a espécie perecer, muito provavelmente já numa fase assexuada por elas dirigida!
Penso que este discurso é coisa para me granjear admiradoras não?
Mas atenção, é apenas constatação de facto! Não pretendo deslustrar a sua inteligência ou superior clarividência ainda que muitas vezes bem dissimulada entre camadas duma aparente futilidade!
E, que vivam as mulheres, que nos permitem continuar a pensar que o Mundo é por nós protagonizado.
Umas coisa é certa, são geniais no seu papel!
Eu continuo a acreditar!
Vosso, nomeadamente, delas... M. i...
domingo, 20 de maio de 2012
Realidades..
" muito mais difícil julgarmo-nos a nós próprios do que aos outros. Se conseguires julgar-te bem a ti próprio, és um autêntico sábio. "
Saint-Exupery
Pois é, o amigo Antoine é que tocou na ferida!
É tão complicado vislumbrar o nosso umbigo e não é porque o pneu nos tolhe a visão!
Somos seres com a absoluta necessidade de aprovação, uns mais que outros é certo...
Aprovação essa que tentamos obter das formas mais dispares, algumas bem mais saudaveis que outras.
Mas a aprovação que mais nos deveria importar deveria ser a da nossa consciência.
Mas essa é a que não conseguimos enganar, não que isso nos impeça de o tentar, com estratégias mirabolantes, como se não fossemos omnipresentes cereberalmente, embora alguns duvido que o sejam na realidade...
A realidade... mas afinal existe?
Desde o Matrix que me assaltam duvidas acerca dessa coisa a que chamamos de realidade!
Estou a brincar claro!
O Matrix nada tem a ver, excepto ser um óptimo exercicio mental dum argumentista genial.
Importa que a realidade não é Una, são muitas realidades que se conjugam no que nos aparenta ser a vida.
Sejamos nós capazes de transmitir a nossa que ela seja verdadeira, que contribua para que a vida no seu todo seja mais real.
E que ao mesmo tempo tenhamos a capacidade de perceber as realidades que nos cercam e descodifica-las, não com base em sistemas Dan Brownianos, mas tão simplesmente, confiando na nossa intuição, valorizando os sinais, percepcionando as acções dos outros como elas são, e não como fazendo parte duma qualquer realidade que ambicionamos, mas que, tantas vezes, não passa da nossa visão apaixonada da existência.
Nomeadamente...
Bom domingo, do Vosso, M...i
sábado, 19 de maio de 2012
regresso...
... de volta.
os regressos são isso mesmo, o voltar, aonde, muitas vezes, deveriamos ter permanecido...
não se resumem a viagens fisicas, mas, também e principalmente, mentais, quantas vezes na tentativa de redescoberta ou de apenas a consubstanciação duma vontade demasiado tempo contrariada...
espero que possa contribuir não para a paz no mundo, mas para a paz de espirito que todos procuramos, ainda que no turbilhão das emoções imediatistas do descartável civilizacional a que nos remetemos.
Vosso, ainda.. M. i...
os regressos são isso mesmo, o voltar, aonde, muitas vezes, deveriamos ter permanecido...
não se resumem a viagens fisicas, mas, também e principalmente, mentais, quantas vezes na tentativa de redescoberta ou de apenas a consubstanciação duma vontade demasiado tempo contrariada...
espero que possa contribuir não para a paz no mundo, mas para a paz de espirito que todos procuramos, ainda que no turbilhão das emoções imediatistas do descartável civilizacional a que nos remetemos.
Vosso, ainda.. M. i...
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