Espero que na maioria das vezes que aqui vêem, saiam com a sensação de que valeu a pena, fazer um intervalo e abrir esta página...
os temas são variados, excluindo, por deformação própria, fruto da experiência, dolorosa essa sim, do blog das marretices, que mantive durante ano e meio, na medida em que cada post era uma violenta analise do que na altura, como agora, estava a acontecer e que na verdade não mudou muito, os protagonistas são os mesmos, os assuntos arrastam-se e nada mudou realmente...
concordo que talvez o inicio tenha duma forma que podemos questionar se deliberada ou não, conscientemente ou não, dado a ideia de que seria algo mais pessoal, mais introspectivo, e se lerem nas entrelinhas muitas das vezes é o eu mais profundo que se espraia e expoe, mas não duma forma aberta como provavelmente suposeram...
talvez seja melhor até, porque, convenhamos, eu não sou assim tão interessante que valha a pena lerem acerca das minhas inquietações e desventuras...
Posto todo este testamento, epistolar uma vez mais, começa a tornar-se um habito, escrever acerca do que escrevo e não escrever nada de novo, levantando-se a duvida se tal acontecerá muitas vezes por aqui..., deixo-vos com uma frase, que não sendo de todo inesperada me afigura que não deixará de vos provocar um sorriso... ou não!
A vida segue dentro de momentos...
Vosso, nomeadamente, M. i...
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