ando, de há uns tempos a esta parte, desde aqui átrasado... ( voltam as concessões, Sr Engº Mota, não é consigo! ao norte)
para aqui me vir espojar, sem espernar, coisa que era capaz de levantar muito pó, nesta dialéctica, palavra que não faço ideia do que quer dizer mas que fica sempre bem, da coisada da sombra, do sombra..., como preferirem! ( o cliente manda, transferências vias iban de preferência, se preferirem, pescadinha de rabo na boca)
Assim sendo, desde imemoriais tempos ( passe o cliché á Hermano Saraiva, e não, não vou aqui tecer qualquer teoria coadjuvante da naturalidade ou não do Grande Camões da bela vila de Constância, que, para mim, continua a ser famosa, principalmente, pela sua doçaria fina que nos deixa menos... finos) que nos debatemos, qual ovo e galinha, mas menos colestoralizante ( palavra nova, venha o tonecas adicionar ao dicionário pós acordo cacortográfico), com a questão da sombra versus original.
Será a dita fruto da volumetria do original quando banhado pela luz, ou, e acreditem que também esta perspectiva tem pernas para andar, como se isso fosse possivel, uma perspectiva andar, será que o original é resultado da penumbra que reflete da dita em contraste com a luz que a ilumina ( ia escrever banha mas é uma palavra demasiado grosseira que nos remete para gastronomias mais gordurosas que hoje devemos a todo o custo, evitar, preferindo as saladinhas carregadas de maionese e delicias do mar... ).
Existem exemplos a corroborar ambas as opiniões, de qualquer forma pensem num em particular que nos entrou ( salvo seja, que só a ideia de tal figura respirar o mesmo oxigénio me dá urticária ) casa dentro, desfazendo-se em perversões e desculpas em que afinal não estava lá, estava, claro, quer dizer, não participou, mas... sim despachou! mas... não era..., nos ultimos dias e deduzam por Vós próprios, era a (o) Sombra, ou apenas o original de tal apelidado por evidente e concertada, voluntariosa, opção?
Somos ou não a sombra que projectamos, pode ou não, ser ela que nos comanda?
Em ultima análise, é por manisfesto interesse que a temos? Ou é por absoluta necessidade que a produzimos, mantendo-nos nós, ao contrário do que seria expectavel, na penumbra que ela encerra em si?
Quantas sombras haverá por aí que duma forma mais ou menos subrepticia se apropriam das suas fontes, tornando-se não a sua consequência mas tão só a sua causa?
Terá mesmo esta dissertação alguma valência mais que não a de gastar o V/ tempo?
Nomeadamente?
Vosso, ensombrado (?) M. i...
Se reparares bem...por vezes a sombra é mais tenebrosa que o original...
ResponderEliminarOutras vezes a sombra esconde o que de tenebroso o original transporta...Mas um e outra são a mesma essência...